Adeus!!!!!!!!!!!

“Adeus: A-Deus. Não é uma despedida, é entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais cuidar.”

Pessoaaal!!! Muiiito obrigada por lerem e acompanharem o blog,nem sei como te dizer Obrigada!! Olha,eu desisti de escrever no blog,pois tenho somente 12 anos e acho que não tenho muiita idade para escrever no blog,quando for maior quem sabe!! Mas olha eu adorei sua participação! Olha,não sei como desativar o blog,mas estou desativando (não vou mais escrever)!! 😦 foi um prazer te conhecer e boa sorte!! *Estou desativando o face tbm!! Bjããããoo!

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por resenhasdecabeceiras

Até logo!!

 

Olá, gente!! 🙂

Acho que essa é a última vez que digo “oi” por aqui… Amanhã a Clarinha volta de viagem e vai reassumir o blog!!

Gostaria de dizer que esse mês que passei por aqui foi muito especial… Obrigada pela atenção de vocês!!

Para não me alongar mais, deixo uma frase de Caio Fernando, que traduz um pouquinho do que é “dizer adeus”!!

Um grande beijo,

 

Tullia Maria

 

“Adeus: A-Deus. Não é uma despedida, é entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais cuidar.”

por resenhasdecabeceiras

Grifando por aí…


Nó e Laço

“Crie laços com as pessoas que lhe fazem bem, que lhe parecem verdadeiras. Desfaça os nós que lhe prendem àquelas que foram significativas na sua vida, mas, infelizmente, por vontade própria, deixaram de ser. Nó aperta, laço enfeita. Simples assim.”
Caio Fernando de Abreu
por resenhasdecabeceiras

Esculturas… com livros??

É isso mesmo!! Escultura com livros!! Na verdade, também envolve pinturas… Mas o resultado é uma obra bastante criativa!! A pergunta que não quer calar é: Você deixaria que fizessem isso com seus livros??

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por resenhasdecabeceiras

Escandalosamente Feliz

Tirinhas… Essas imagens combinadas com palavras, que fazem parte da nossa infância, podem ser mais profundas do que parecem!! Você já parou para observar quantas coisas elas podem ensinar? Um bom exemplo, são as HQs da Mafalda e do Charlie Brown!! Vamos ler a historinha abaixo e refletir um pouco??

Beijo,

Tullia Maria

por resenhasdecabeceiras

Texto do Dia: RESENHAS, por Tullia Maria

 

Um pequeno acróstico em homenagem ao blog! ^^

 

Resenhar é…

Expor opiniões…

Selecionar informações…

Enumerar qualidades e defeitos…

Não mentir conceitos…

Há quem diga que é uma tarefa difícil!

Apesar de concordar com isso,

Sinto que é um divertido compromisso!!

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Resenha – O Reverso da Medalha, de Sidney Sheldon

Oi, pessoal!!

Hoje  é dia de… RESENHA!!  Apresento mais uma das que publiquei no Doce Encanto!!

Espero que gostem!!

Beijo,

Tullia

“Mas é claro que Kate saberia o preço de qualquer homem. Wilde podia estar se referindo a Kate quando falara de alguém que sabia o preço de tudo, mas não conhecia o valor de nada. Tudo sempre fora pela companhia. E a companhia era Kate Blackwell.”
Quatro gerações marcadas pelo poder e pela tragédia. Assim se resume o enredo de “O Reverso da Medalha”, que conta a história da família McGregor/Blackwell, detentora de um verdadeiro império financeiro.
Ao longo da obra, dividida em prólogo, epílogo e outras cinco partes, o leitor é convidado a mergulhar no mundo das lembranças de Kate Blackwell, senhora de 90 anos e detentora da companhia Kruger-Brent, e conhecer um pouco dos dramas vividos por ela e seus familiares.É a partir desse momento que realizamos uma viagem no tempo para conhecer Jamie McGregor, pai de Kate e fundador da empresa que acompanhará a família. Com ele, vivenciamos o sofrimento da ingenuidade sendo destruída e substituída por uma sede de vingança capaz de chegar às últimas consequências. Também tomamos conhecimento da realidade discriminadora da África do Sul nos séculos XIX e XX e da luta realizada pelos negros para recuperar tudo o que havia sido retirado deles de maneira cruel.Tempos depois, acompanhamos a menina Kate (órfã de pai), sua relação com a mãe e a paixão por David Blackwell (administrador da Kruger-Brent).
Pouco a pouco, essa garota vai se transformando na impetuosa Sra. Blackwell, viciada nos negócios e disposta a tudo para conseguir um herdeiro para a sua crescente fortuna. Nem que para isso tenha que destruir os sonhos de seu filho Tony e manipular a vida dele.Frustrada pelo insucesso com seu filho, Kate resolve investir nas netas. Órfãs de mãe (em parte por culpa de Kate), Eve e Alexandra são criadas pela avó e se transformam em pessoas com personalidades completamente diferentes. A primeira não aceita a existência da segunda e faz de tudo para destruí-la. Já Alexandra, é completamente vulnerável à influência da irmã.Mais uma vez vemos a ganância dos Blackwell, dessa vez personificada em Eve. E percebemos, através das diferenças entre as gêmeas, que não é o dinheiro que molda o caráter de uma pessoa, mas a importância que se dá a ele. Mais uma geração se depara com a corrida pelo poder e cabe a Kate escolher, entre as qualidades que considera importante, a sua herdeira.
O Reverso da Medalha” é simplesmente uma obra apaixonante, que envolve o leitor do começo ao fim, tanto pela rapidez com que os fatos se desenrolam, quanto pela riqueza de detalhes. Apesar de ser um livro relativamente grande, a leitura se desenrola numa velocidade incrível, que se deve à enorme capacidade do autor de despertar a nossa curiosidade.

A maneira como o Sheldon situa a trama, num tempo e espaço bem definidos, contribui para dar veracidade à obra. A corrida por diamantes e acúmulo de riquezas durante o Imperialismo, as tensões durante as duas guerras, a importância vital da Kruger-Brent para o mundo são aspectos que ganham espaço durante a obra e garantem um delicioso passeio pela história.

O ponto alto da trama fica por conta das personagens, muito bem construídas e reais. Em “O Reverso da Medalha” não há mocinhos ou vilões, todos agem de acordo aos seus interesses, ora amando profundamente, ora manipulando ou se vingando. De uma hora para outra, o leitor poderá se ver odiando um dos Blackwell, pelo qual, poucas páginas antes, torcia intensamente. E esse misto de sensações ocorre em diversos momentos, principalmente quando se trata da poderosa Kate.

a aqueles que desejam uma leitura recheada de ação, aventura e romance, “O Reverso da Medalha” é uma ótima dica. E para quem já leu e, assim como eu, ficou com um “gostinho de quero mais”, pode optar por ler “A Senhora do Jogo”, continuação da saga dos Blackwell. E aproveitar o momento para refletir sobre a questão: até onde você é capaz de ir para ter o que deseja?

por resenhasdecabeceiras

Centenários

 

Oi, gente!!

Vocês sabiam que 2012 é o ano do centenário de de dois importantes escritores? Pois é!! Nelson Rodrigues e Jorge Amado completariam 100 anos se estivessem vivos!! E outro autor de destaque, Graciliano Ramos, faria 120 anos!!

Vamos aproveitar a oportunidade e conhecer algumas obras deles? Selecionei* duas de cada autor!!

Espero que gostem…

Grande beijo,

 

Tullia Maria

 

 

– Jorge Amado:

 

– Capitães de Areia: Publicado em 1937, pouco depois de implantado o Estado Novo, este livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Em 1940, marcou época na vida literária brasileira, com nova edição, e a partir daí, sucederam-se as edições nacionais e em idiomas estrangeiros. A obra teve também adaptações para o rádio, teatro e cinema. Documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de beleza, dramaticidade e lirismo.

– A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água:  O respeitável Joaquim Soares da Cunha, funcionário exemplar da Mesa de Rendas Estadual da Bahia, rompe com a família e as convenções sociais para viver aventuras no porto e na zona do meretrício de Salvador. Agora se chama Quincas Berro D’água.

– Graciliano Ramos:

– Vidas Secas: O que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro. Apesar desse sentimento de transbordante solidariedade e compaixão com que a narrativa acompanha a miúda saga do vaqueiro Fabiano e sua gente, o autor contou: “Procurei auscultar a alma do ser rude e quase primitivo que mora na zona mais recuada do sertão… os meus personagens são quase selvagens… pesquisa que os escritores regionalistas não fazem e nem mesmo podem fazer …porque comumente não são familiares com o ambiente que descrevem…Fiz o livrinho sem paisagens, sem diálogos. E sem amor. A minha gente, quase muda, vive numa casa velha de fazenda. As pessoas adultas, preocupadas com o estômago, não tem tempo de abraçar-se. Até a cachorra [Baleia] é uma criatura decente, porque na vizinhança não existem galãs caninos”. VIDAS SECAS é o livro em que Graciliano, visto como antipoético e anti-sonhador por excelência, consegue atingir, com o rigor do texto que tanto prezava, um estado maior de poesia.

– Insônia: Treze contos do romancista de “Vidas secas”, em que estão presentes a secura emotiva e a economia vocabular, características estilísticas que convivem com a precisão psicológica.

– Nelson Rodrigues:

 
– A Vida Como Ela É…: Durante dez anos, de 1951 a 1961, Nel­son Rodrigues escreveu sua coluna “A vida como ela é…” para o jornal Última Hora, de Samuel Wainer. Seis dias por sema­na, chovesse ou fizesse sol. A chuva podia ser como “a do quinto ato do Rigoletto” e o sol, daqueles “de derreter catedrais”, se­gundo ele. Todo dia, com uma paciência chinesa e uma imaginação demoníaca, Nelson escrevia uma história diferente. E quase sempre sobre o mesmo assunto: adultério. Desse tema tão simples e tão eterno, ele extraiu quase 2 mil histórias. Os ficcionistas que fingem se levar a sé­rio precisam de toda uma aura de misté­rio para criar. Nelson dispensava esse mis­tério. Chegava cedinho à redação, acendia um cigarro e, na frente dos colegas, entre miríades de cafezinhos, escrevia A vida como ela é… As histórias saíam de casos que lhe contavam, da sua própria obser­vação dos subúrbios cariocas ou das cabe­ludas paixões de que ele ouvira falar em criança. Mas principalmente da sua me­ditação sobre o casamento, o amor e o desejo. O cenário dos contos de A vida como ela é… é o Rio de Janeiro dos anos 50. Uma cidade em que casanovas de plantão e mulheres fabulosas flertavam nos ônibus e bondes; em que poucos tinham carro, mas esse era um Buick ou um Cadillac; em que os vizinhos vigiavam-se uns aos ou­tros; e em que maridos e mulheres viviam sob o mesmo teto com as primas e os cunhados, numa latente volúpia incestuo­sa. Uma cidade em que, como não havia motéis, os encontros amorosos se davam em apartamentos emprestados por amigos — donde o pecado, de tão complicado, tor­nava-se uma obsessão. E uma época em que a vida sexual, para se realizar, exigia o vestido de noiva, a noite de núpcias, a lua-de-mel. E em que o casal típico — e, de certa forma, perfeito — compunha-se do marido, da mulher e do amante.
– Vestido de Noiva: Pela mente de Alaíde, vítima de atropelamento, passam flashes de seu relacionamento com o marido, da disputa com a irmã, de seus desejos inconfessáveis, tudo de forma desencontrada, misturando realidade, lembrança e alucinação. Com direção de Ziembinski, a estréia de Vestido de Noiva, em 1943, marcou o início da nova fase do teatro nacional e consagrou Nelson Rodrigues.
* Informações retiradas do skoob.
por resenhasdecabeceiras

Grifando por aí…

Dedicatória

 

“Dedicatória: Para todas as pessoas que já tiveram que repensar ou criticar uma decisão tomada anteriormente. Nosso passado nos transforma em quem somos hoje. Não se arrependa.”

Karyn Bosnak – Qual Seu Número?

por resenhasdecabeceiras

Cortesias

Se você gosta de livros, você provavelmente conhece o Skoob, não é mesmo?

Mas você  já participou do sorteio de cortesias que o site realiza?

Não??

Então está na hora de dar uma passadinha lá!! São muitas as opções!!

Mas, atenção!! Os resultados são apenas divulgados no Skoob ou na página do site no Facebook!! Infelizmente, eles não entram em contato com o ganhador por e-mail!!

Se interessou? Corre lá!!

Beijo,

 

Tullia Maria

por resenhasdecabeceiras

Desventuras em Série, de Lemony Snicket – por Thaina Chamelet

Você com certeza já ouviu a expressão “falar com as paredes”, essa como tantas outras expressões esquisitas que as pessoas costumam usar, sem sequer notar o significado, podem ter diversas aplicações. Por exemplo “Aquele cara de chapéu azul está falando com as paredes” pode querer dizer que o cara é maluco por usar um chapéu de uma cor tão berrante e estar falando com objetos inanimados. “Aquele cara de casaco preto esta falando com as paredes” pode significar que alguém com um comportamento suspeito está tentando se comunicar com outra pessoa sem chamar atenção de ninguém. Mas normalmente se emprega quando dizemos que algum esforço é inútil, que dizer algo à uma parede ou a um determinado ser humano não faz a menor diferença.
Quando você pegar esse livro, inocentemente em uma prateleira de uma biblioteca ou livraria qualquer e, apesar de ser um livro infantil, se interessar pela ilustração de traços sutis e temas exóticos e um tanto sinistros das capas e ler a pequena observação do fundo, vai entender essa estranha expressão: “É meu triste dever pôr no papel essas histórias lamentáveis. Mas não há nada que o impeça de largar o livro imediatamente e sair para outra leitura sobre coisas alegres, se isso que você prefere.” (Mau começo – livro
1) Trata-se da história de três jovens órfãos que perdem os eixos do mundo com a partida dos pais, passando de lugar em lugar, tutor em tutor, sem encontrar respostas, para as perguntas que vão se avolumando a cada passo, e nem um lar confiável. Sua narração é feita por um pseudônimo de Daniel Handler, Lemony Snicket, que é “participa” dos fatos de um jeito peculiar, sendo um narrador-personagem mesmo sem aparecer claramente em nenhum dos livros O livro é cheio de características inovadoras e algumas coisas sobre essa coleção de livros que me deixam fascinada seguem listadinhas abaixo:
A primeira delas é o fato da trama tão bem costurada e confusa, que vai se desenrolando e enrolando o leitor a cada linha, mesmo sendo um livro juvenil, sua construção exige leitores atentos e bem dispostos.
A segunda é o jeito como ele é escrito, nos parágrafos acima dei alguns exemplos, você nem deve ter notado um deles, a interatividade com o leitor, os diversos avisos para que o leitor largue o livro e que só fazem aumentar o interesse pelo mesmo, o uso de expressões do dia-a-dia como introdução de cada livro ou dos capítulos destes e os mistérios e rastros que recheiam as páginas.
A terceira é o fato de que, a maioria dos leitores, diria ate que todos se generalizar não fosse algo impossível em todos os casos, continuam a leitura dos treze livros não pela história principal do autor, mas sim pela história do autor, que caminha paralela e muito mais misteriosa.
A quarta é a construção dos personagens, todos tem algo peculiar tanto psicologicamente quanto fisicamente, mesmo que sejam quase que incontáveis.
A quinta são os momentos em que nada faz sentido, páginas completamente pretas, páginas repetidas, capítulos que não são capítulos, frases que aparentemente não tem sentido nenhum sem contexto e que acabam sendo dicas de outros enredos, distorções em histórias folclóricas, citações, situações inimagináveis, açucareiros e coisas que não são explicadas em momento nenhum!
São tantos os mistérios e duvidas que existem diversos fóruns na internet discutindo cada detalhe insano da coleção, onde são criadas diversas teorias malucas e ninguém chega a nenhuma conclusão, na verdade. Podem procurar, é facinho de encontrar e só aumentam a curiosidade. É uma série realmente incrível, diferente das coisas que vem sendo publicadas, fugindo completamente aos padrões em gênero, estilo de escrita e tema , e desafiando a imaginação de crianças e adultos.

Coleção: Desventuras em série Autor: Lemony Snicket Editora: Cia. Das Letras Ano: 1999

Meu email é naitha_pops@hotmail.com e adoraria receber a sua opinião, critica, comentário, sugestão e também os elogios se quiserem! Até o próximo domingo!

por resenhasdecabeceiras

Texto do Dia – por Tullia Maria

Autora e Leitora

12 de janeiro. Uma única data e duas vidas marcadas. A minha, por ser o dia do meu nascimento. A sua, porque nesse dia você se despediu do mundo. Quando eu poderia imaginar que, anos depois, nos reencontraríamos? Não pessoalmente, é claro! Mas através do que você deixou escrito e eu adoro ler. Quantas e quantas vezes eu me vi abrindo mão de muitas coisas que tinha para fazer (“deixando para amanhã o que podia fazer hoje”) só para ver como você ia solucionar aquele mistério!? Quantas e quantas vezes eu falei de você, da forma como criava o enredo, de como suas personagens eram bem construídas, com aquele brilho no olhar?! E como eu falava bem daquele detetive amigo nosso que, apesar da inteligência invejável, é um grande convencido…

Sua vida eu sempre achei muito estranha: Cheia de controvérsias e mistérios que dão a impressão de que a vida imita a arte mesmo! E há aqueles momentos que até hoje não foram desvendados, passagens que só você mesma para explicar, em meio a uma boa conversa, em um legítimo chá da tarde britânico! Uma situação agora impossível…

Eu não posso dizer que você é minha autora favorita, porque eu não tenho nenhuma eleita. Mas eu posso afirmar, com toda a certeza, que você marcou a minha vida! E vai continuar nela, se fazendo mais presente a cada vez que eu abrir um livro seu… Em qualquer dia, ou num 12 de janeiro!

Tullia Maria

por resenhasdecabeceiras

Resenha – Os Crimes ABC, Agatha Christie

Oi, gente!!

A resenha de hoje é sobre a obra de uma de minhas autoras favoritas, a Agatha Christie!! O texto foi originalmente publicado por mim no blog Doce Encanto e vocês vão poder conferí-lo abaixo!!

Espero que gostem!!

Beijo,

Tullia Maria

“(…) o elemento humano nunca pode ser ignorado.”
O que a dona de uma tabacaria, uma jovem garçonete e um fazendeiro que moram em diferentes cidades podem ter em comum? Por muito tempo, absolutamente nada. Entretanto quando um perigoso assassino começa agir, a Sra. Ascher, Betty Barnard e Sir Carmichael Clarke se tornam algumas das vítimas dos crimes ABC.
Assim como já é prenunciado pelo título, a obra retrata a ação de um serial killer que escolhe seus alvos de uma maneira bem peculiar: a partir da inicial do sobrenome. Além de matar as pessoas em ordem alfabética, esse meticuloso criminoso ainda se preocupa com mais um detalhe: o nome da cidade onde deve ocorrer o crime deve começar com a mesma letra da inicial do assassinado. Uma mente muito perspicaz, não?
Porém, os diferenciais dessa narrativa não param por aí. Dessa vez, o criminoso não tem medo de ser encontrado, na verdade, é ele mesmo que envolve Hercule Poirot na trama. O nosso astuto detetive recebe cartas, assassinadas com as iniciais A.B.C., onde estão indicados os dias e locais do assassinato. E para provar que ele foi realizado, o assassino deixa, junto aos corpos, um guia de viagem ABC¹.
Nesse policial, onde a mente do leitor é testada mais uma vez, Poirot se depara com um dos seus maiores desafios: encontrar um delinquente que, apesar de não se preocupar em ocultar seus feitos, consegue realizá-los sem deixar grandes pistas. E, ainda mais, encontrar um motivo para tantas mortes. Afinal, um pouco de psicologia pode ajudar muito na solução desse mistério.
A narração, feita em parte pelo Capitão Hastings (grande amigo de Poirot), em parte em terceira pessoa, permite ao leitor receber informações inicialmente desconhecidas das próprias personagens. Contudo, é preciso utilizá-las corretamente, ou elas podem se transformar em mais uma armadilha.
Assim como em muitas de suas obras, Agatha faz referências a alguns autores e outros livros seus. Em Os Crimes ABC os escolhidos são Sherlock Holmes, a quem ela critica, e Cartas na Mesa, livro dela publicado no mesmo ano, cujo enredo é descrito quando Poirot fala sobre o que seria um caso interessante. Portanto, os leitores da Dama do Crime terão mais um motivo para se deliciar enquanto lêem a trama, relembrando alguns crimes memoráveis.
Pouco a pouco, Agatha consegue nos envolver nessa narrativa e desperta em nós uma necessidade de ajudar a encontrar o criminoso, para impedir que ele continue agindo. Entretanto é preciso tomar cuidado, pois a Dama do Crime está mais uma vez pronta para enganar. Somos levados a acreditar que a solução do mistério é bem simples e, inclusive, o leitor pode ficar apreensivo com a demora de Poirot em encontrar uma resposta. Mas é preciso lembrar que as famosas “células cinzentas” do nada modesto detetive surpreendem.
Um aspecto muito importante na obra é a capacidade de prestidigitação² da autora. Da maneira como ela escreve, somos induzidos a chegar às conclusões que ela deseja. Entretanto, após o espantoso final, se o leitor reler alguns trechos, vai perceber que, na verdade, Agatha não escreveu nada que comprometesse ou apontasse o suposto criminoso. Provavelmente, os que já estão acostumados com os livros dela logo perceberão que a solução não pode ser tão óbvia, mas nada, além da intuição, pode ajudar na descoberta do verdadeiro assassino.
Para quem gosta de policiais intrigantes, essa é uma ótima dica. A leitura é bem rápida, mas o livro demora um pouco a pegar ritmo. Entretanto, a curiosidade por descobrir o criminoso e seus motivos supera qualquer coisa e faz com que a leitura continue fluindo. Se prepare, pois você provavelmente será surpreendido por uma das melhores obras da Rainha do Crime!!
por resenhasdecabeceiras

Especial: salas de leitura

Olá, pessoal!!

Tudo bem?

Quantos de nós já não desejaram ter uma sala de leitura, esse cantinho especial, no qual nos dedicamos a um dos nossos maiores prazeres? Pois, navegando pela net, encontrei algumas salas lindas! Vamos conferir?

Beijo,

Tullia Maria

por resenhasdecabeceiras

Grifando por aí…

Lar

“E pela primeira vez desde que cheguei em casa, estou completamente feliz. É estranho. Casa. Como eu pude querer estar aqui por tanto tempo, só para perceber que ela se foi. Estar aqui, tecnicamente minha casa, e descobrir que minha casa agora é em outro lugar? É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar.”

Stephanie Perkins – Anna e o Beijo Francês

por resenhasdecabeceiras

Não Me Julgue – por Rosana Alves Oliveira

Não me julgue.

Não estou sempre errada, por vezes ouso acertar. Encontro milhares de dedos a apontar-me no erro, mas nenhum “muito bem” nos acertos… Mas de que vale isso mesmo? Não sou mais uma menina e não necessito de aprovação constante.

Não sou perfeita, mas parece que alguns ao meu redor cobram isso de mim. Eu também tenho medos, solidões, eu também me perco.

Não tenho pretensões em agradar a todos (me desculpe os que o fazem, mas minha auto-estima é essencial), no entanto aos que me interessam: é duro lidar com pessoas implacáveis. Eu sei por que já fui uma delas e feri muitos que me amavam.

Posso ter todos os defeitos possíveis, mas não ousaria dizer o que não sinto, fazer o que não quero.

Porque não aceitar-me assim?

Por que não amar-me como sou?

Quero brincar de ter vontades, quero ter vontade de brincar, e poder sem julgamento realizá-las.

Por vezes os gritos aqui dentro se calam, se intimidam diante de olhares fechados, punitivos, ameaçadores.

Quero a liberdade de sentimentos sejam eles bons ou ruins, façam-me bem ou mal quero vivê-los a meu jeito, da forma disforme ou conforme as necessidades do meu coração.

Não julgue o que não vês, conheces pouco de mim, se permita ver meus mais belos sorrisos, minhas lágrimas mais doídas, as palavras que inconfessavelmente tenho a lhe pronunciar.

Não cesse meu livre arbítrio, reconheça os encantos de um pássaro que mesmo tendo toda liberdade para voar prefere pousar do seu lado.

Deixa que eu enlouqueça, mas reconheça que minha imperfeição te satisfaz.

Como diz o trecho da música de Luciana Mello:

“Hoje eu só quero que o dia termine bem”… mas se não é para ser, tudo bem! Amanhã eu volto a tentar.

“É com os pés seguros no chão que você pode alçar os maiores vôos”

por resenhasdecabeceiras

Chamas – por Thaina Chamelet

Ele abriu a caixa, olhou por alguns segundos e depois a virou sobre as chamas a nossa frente.

Fiquei olhando pra ele, mas ele encarava as chamas com os olhos rasos, parecia que iria chorar a qualquer momento ou se lançar ao fogo para retomar o que acabara de jogar.

Congelei por alguns segundos, sentada no gramado ao lado da casa que um dia fora de meus pais e que agora me abrigava meio precariamente.
Fiquei com meu bolo de papeis na mão, esperando que algo acontecesse.
Levantei-me e fui a ele, toquei seu braço e lhe estendi as cartas.
Ele me olhou confuso.
– Quero que meu passado queime junto com o seu de uma vez.
– Então, as jogue.
– Não consigo…
– Por quê?
– É mais forte do que eu.
Ele voltou a olhar o fogo
– Você não precisa fazer isso se não quiser…
– Faça, por favor, nada mais justo que meu futuro queimar meu passado.
Ele não tomou as cartas de minha mão, apenas me beijou do modo mais suave que podia, foram segundos que pareciam minha eternidade.
Sentia o calor das labaredas baixas ao meu lado e o calor dos braços em meu corpo, ele recostou a testa na minha, respirávamos juntos, meu coração havia acelerado e podia jurar que o dele agora batida no mesmo compasso do meu, como se as chamas deixassem meu corpo todo em brasa.
Meus dedos foram soltando o papel ate que quando minhas mãos foram a sua nuca, estavam leves, sem nenhuma lembrança entre os dedos, eles agora se entrelaçavam no cabelo dele.
As labaredas iam consumindo os papéis, as palavras gastas, os perfumes impressos e o cheiro da fumaça ia liberando uma estranha liberdade, cheiro de esperança.
E ficamos ali nos deliciando de nós, admirando tudo queimar, deixando as lembranças ficarem como o passado, queimadas, feias e sem um modo de retorno. Estava na hora de viver de novo, de ser o presente, de fazer o futuro.
O fogo continuou crepitando e fomos abraçados para dentro de casa, naquela noite quente de verão.
por resenhasdecabeceiras

Texto do Dia

Oi, gente!!

Tudo bem??

Infelizmente, não pude postar a resenha de ontem, porque tive problemas com a Internet! Pois é… Mas como não teve jeito, prometo que a da semana que vem vai ser caprichada…

Mas e o “Texto do Dia”?

Hoje eu trago um conto de um amigo meu, o Pedro Almada, do blog Inspirados!!

Espero que gostem!!

Grande beijo,

Tullia Maria

Braços de Vênus

 

O cheiro do cigarro era bom, um doce calmante em forma de fumaça, embora a nicotina em nada excitasse meu paladar. Com tantos tragos, valia a pena o gosto pelo aroma.

Fiquei, durante horas, debruçado sobre a mesa do bar, aonde o vai-vem era constante, desde moleques esfarrapados até boêmios amargurados. O sol já se despedia, presenteando-nos com os seus últimos raios de ouro vespertino, tão logo daria espaço ao pratear da lua cheia.  

Não mais do que dez metros a minha frente, o trilho da ferrovia passava em paralelo com a calçada de embarque (“Ande pelo passeio, menino”, era o que mamãe sempre dizia antes de atarracar as mãos em minhas orelhas e me frear feito bicho domado). Toda a sorte de pessoas perambulava pela plataforma, atentos ao relógio, amaldiçoando o maquinista atrasado, ou simplesmente mastigando, contentes, os vestígios de coco que prendiam nos dentes, “Pegada que toda cocada bem feita deixa na boca por horas”, mamãe costumava dizer, antes de pregar a barriga saliente no tacho.

Em meninice, eu conhecia todos os vagões, sabia, de cor, o nome do cabo Genório, vigilante na plataforma, e o Sr. Prado, o homem encarregado de checar os bilhetes dos passageiros. Nunca fui dado ao trabalho, portanto não me apetece conhecer o termo dessa profissão. Sabia, também, as cidades conectadas à linha ferroviária. Sabia, até, o nome da preta gorda que empurrava o carrinho pelos corredores dos vagões. Dona Hortênsia, lindo nome, lindo sorriso. Sempre que me avistava, tratava logo de me tomar em suas mãos pesadas, apertava-me em suas mamas fartas e me oferecia um doce, à minha escolha. “É doce que acalma criança encapetada, Dona Hortênsia. Só doce mesmo…”, dizia mamãe, já cansada de ralhar comigo e minhas idéias peraltas. Eu comia o doce, quieto em meu assento, enquanto assistia ao rebolar da fumaça que saltava da chaminé do trem e tomava o céu azul. 

Dei outra tragada em meu cigarro, arrebatando minhas lembranças e voltando minha atenção ao movimento da plataforma. Uma senhora, já decrépita, mancava até o assento, puxando, aos solavancos, uma mala grande demais para o seu porte físico. Um homem, servido de um saco de pipocas, caminhava à beira da calçada, ignorando a senhora necessitada de um braço solidário. O trem se aproximava, surgindo no horizonte, cuspindo fumaças repolhudas acima dos vagões. 

A terceira tragada me deixou sonolento. Foi em uma das minhas piscadas, dessas de quem pede arrego ao travesseiro, que avistei o intento do meu dia. Valeram-me os tragos e o tempo desocupado.

Uma silhueta feminina, bem desenhada por um vestido rosa longo, caminhava, entre a multidão, com duas pequenas bagagens aos flancos. Um enorme chapéu bege com plumas brancas cobria o rosto da mulher. As únicas peles visíveis eram os seus braços nus, salvo a pequena fração de canelas que ficavam à vista.

Que braços, valha-me! Desapossei-me do cigarro sem cerimônia, contemplando a figura de mãos perfeitas que dançavam no ar com maestria. Dedos finos, de unhas impecáveis de um tom carmesim pouco convencional. Pele alva, ao ponto de revelar linhas arroxeadas de veia até o bíceps, que estufava discretamente ante o esforço de se carregar as bagagens. Seu rosto ainda me era um enigma.

Braços sinuosos eram aqueles, delgados, que serpenteavam, acompanhando o movimento dos quadris pouco chamativos, se comparado à beleza daqueles… Braços esguios, coisa de arte européia!

Só podia! Se havia outra explicação, eu não queria saber. Mas me era certo, eram os braços achados de Vênus! Estavam ali, brincando serelepes em meio aos

mortais incapazes de ver a escultura transformada em carne. Se foi Alexandros, ele que descansasse sossegado, os braços não estavam em outro lugar, senão perambulando pelas ruas de Minas, longe dos critiques d’art. 

“Filho, se a mulher escolhida não puder comovê-lo com um abraço, não haverá sabor algum em seus lábios. Direi, então, que escolheu mal”, foi o que mamãe disse antes de me atirar aos prazeres da Província. Ora, se aqueles braços não me pudessem comover, de nada me serviria o mais adocicado beijo. 

Jose de Alencar que ficasse com os seus pés mimosos de Amélia! Que me vale uma gazela se não puder possuir, nos meus, os braços da própria deusa do amor? Tratei logo de me levantar, decidido em trocar com Vênus uma ou duas palavras, um flerte e, quem sabe, um sorvete de morango. Dei-me a liberdade de fantasiar um futuro entre nós, já casados, com filhos de iguais braços divinos e uma bela casa ao monte Olimpo. 

Estava já adiantado em meus passos, ansioso por ver a dona dos braços esguios, quando o medo me assolou o desejo. Hesitei, olhando com dúvida o gigantesco chapéu com plumas. E se, ao olhar-lhe a face, eu descobrisse, não a doçura da almejada Vênus, mas uma medusa de lábios murchos e dentes amotinados, com olhos tortos cor de argila, capazes de petrificar o coração de um homem cheio de esperanças em um amor provinciano? Seria esse o aleijão a habitar as páginas do meu trágico romance? Se fosse ela assim, tão feia, varreria todo o encanto, lançado junto ao pó cinza de limalha da ferrovia.

“Filho meu, o amor não é a cor dos olhos tampouco o tom da pele. É sequer a maçã do rosto bem feita… Por mais bela que possa parecer, se não for doce, a maçã só é boa de vista”, era o que dizia mamãe, me instruindo para amar bem amado, sem desejar a beleza, se não a interior. 

Pensei duas vezes, ou um quarto de vez. Lancei as costas à mulher, desistindo de meu intento, apregoando o perdão à memória de minha mãe. Ela que me perdoasse, pois eu não iria me arriscar e desmanchar os belos braços em provável rosto de carranca. Se beleza não lhe era superestimado, faça bem. Mas esse não era o tipo de princípio que se passava por genética. A mim a beleza importava, deveras!

Sentei-me novamente na cadeira do bar, enquanto meus olhos sorviam o último vislumbre dos braços mimosos, a sumir no vagão, em meio à massa de passageiros. Acendi um cigarro, traguei uma vez mais, sentindo o doce calmante invadir minhas narinas. 

É sim, dona Hortênsia. Só doce mesmo… 

por resenhasdecabeceiras

Grifando por aí…

Olá, pessoal!!

Como estão todos?? Espero que bem…

Hoje o blog inaugura a “Grifando por aí”, dedicada a  trechos de livros, que vai passar a ir ao ar toda quarta-feira!! E se vocês quiserem colaborar com essa coluna, sintam-se à vontade!! É só enviar a sua passagem favorita pela página do blog no Facebook!!

E então? Vamos ao trecho de hoje?

Espero que gostem….

Beijão,

Tullia Maria

Resgate

Se você ama ler e ama ter seus livros por perto, pergunto:
não fica morrendo de ciúmes quando um amigo pede emprestado um exemplar que você adora, que está todo sublinhado, que virou uma espécie de bíblia íntima?
Negar o empréstimo é complicado.
Então você diz sim, seu amigo leva o livro e a graça de viver acaba.
 Puxa, um livro não sabe se cuidar sozinho.
Vai ficar lá, jogado numa casa estranha, será folheado com desprezo.
Seu amigo poderá deixar pingar café nas páginas.
E ele vai espiar tudo que você sublinhou e tirar conclusões precipitadas.
O livro será devolvido?
Mistério.
Você costuma ler um livro em uma semana no máximo, e ele levará certamente um semestre.
Um semestre!
É uma eternidade longe do seu amor.
Seu livro não pode telefonar pra você, não pode pedir pra voltar, ficará criando pó em estantes desconhecidas, esquecido, humilhado.
Eu só empresto livros para quem tenho certeza de que os ama tanto quando eu, e quando sei que serão lidos num prazo razoável.
Se não há intenção de me devolver logo, que estabeleçam um resgate:
eu pago.”

Martha Medeiros – Montanha-Russa.
por resenhasdecabeceiras

Até Onde Você Chegaria por Amor? – por Rosana Alves Oliveira

Olá de novo!!!!!!

Hoje eu quero saber :  Até onde você chegaria por amor????

Vou explicar por que… Acabei de ler o livro do Nicholas Sparks “A escolha”, e confesso que como sempre o livro me trouxe questionamentos (afinal esse também é um papel do livro), me fez pensar muito e gostaria de dividir com vocês para que possamos juntos chegar a um ponto comum.

Vale amor de pais pra filhos (que acredito ser o mais incondicional), pelo qual faríamos qualquer coisa, não mediríamos esforços, distancia, ou qualquer coisa por eles (os filhos).

Vale o amor de filhos pra pais (esse muitas vezes esquecido e não valorizado), amor esse que faz com que um filho (a) abra mão de sua própria vida, em função daqueles que foram os responsáveis por nos por no mundo, ou como no meu caso, que me escolheram como filha (sou ADOTADA com muito ORGULHO).

Vale o amor de irmãos (amigos, como desejarem) que nos mostram todos os dias como somos importantes e como é não se sentir sozinhos na caminhada da vida, pelos quais perdemos noites de sono, ouvindo as maiores confidencias, ou as piores tristezas,  seja por um amor perdido, ou uma unha quebrada, ou sobre o porre que amiga tomou na balada.

Mas vale a cima de tudo o amor homem e mulher, amor esse que idealizamos e sonhamos,  que seja perfeito, que seja eterno e que dure…

No livro o personagem Travis se vê diante de uma difícil escolha entre a vida e a morte de sua amada Gabby, pois depois de um terrível acidente ela fica em coma por 3 meses e ele tem que decidir, se ele acata o desejo dela de morrer, ou se deixa que a vida cumpra seu curso, esperando que ela um dia acorde e volte pra ele. O maior questionamento dele no entanto é: Escolher entre a vida e a morte… Esse é o grande dilema de Travis… Até onde a gente chega por amor.

Eu chegaria ao infinito… Ao impossível, pelos meus filhos , pelo meu marido, pelos meus pais e irmãos… Mas sou egoista e confesso que JAMAIS daria uma sentença de morte a quem quer que fosse, por qualquer motivo que fosse, eu seria capaz de morrer sim no lugar deles, mas decidir sobre a vida e a morte… JAMAIS !!!!

Gostaria muito que vocês me ajudassem com esse questionamento, deixando seus pensamentos honestos sobre o assunto…

O livro é ótimo, emocionante e surpreendente (chorei muito)… Quem tiver a oportunidade de ler, LEIA…Vale muito a pena, e se for sensível  também se questionará quanto aos motivos que o levaram a fazer “A ESCOLHA”

Bjokas

Rô a Ninna

por resenhasdecabeceiras

Conhecendo a autora: Samanta Holtz

Autora: Samanta Holtz

Livros: O Pássaro e Quero ser Beth Levitt (ainda não publicado)

Editora: Novo Século

Apaixonada pela leitura desde pequena, Samanta Holtz é uma das boas escritoras que despontam na literatura nacional. Seu destino parece ter sido trilhado desde o berço, pois a autora compartilha sua data de nascimento com o Dia Mundial do Livro. Coincidência ou destino, o fato é que Sam, através de suas obras, é capaz de emocionar, divertir e alegrar as nossas vidas. Nessa entrevista, concedida ao Resenhas de Cabeceiras, você poderá conhecer um pouquinho dessa porto-felicense.

√ Em “O Pássaro”, a personagem principal é uma jovem independente, determinada a encontrar liberdade em meio a uma sociedade autoritária. Isso mexe com você (sentimentos)?

Olá!! Em primeiro lugar, obrigada pela entrevista e pelo espaço no blog 🙂

Bem, a busca por um sonho, qualquer que seja ele, mexe muito comigo porque eu própria sou uma pessoa muito focada em meus objetivos. Confio plenamente em Deus e nas oportunidades que Ele nos dá de, pouco a pouco, passo a passo, aproximar-nos mais daquilo que tanto almejamos!

No caso da Caroline, ela não apenas tinha um sonho ousado, para a época, como toda uma sociedade contra ela. Seu sonho era proibido, seu amor era proibido, seu comportamento era inaceitável. Ou seja… ela era toda “às avessas”, para seu tempo, o que tornou sua busca muito mais difícil – mas, ao mesmo tempo, muito mais emocionante! É como aquelas pessoas que, nos dias de hoje, lutam contra todas as dificuldades e adversidades em nome de um sonho, ou do sucesso de um filho, de alguém que ama. Acho isso muito, muito lindo! E sou daquelas que sempre choram em programas de TV como “Lar, doce Lar” e afins! (risos). 

 

√ Como você percebeu que seu destino era ser escritora?

Desde pequena, escrever é uma grande paixão, um vício. Sempre tive meus cadernos de textos, poesias, contos e histórias em quadrinhos! Meu sonho era trabalhar nos estúdios do Mauricio de Souza. Foi após escrever meu primeiro romance que a ideia de ser, mesmo, uma escritora e publicar meus trabalhos realmente começou a tomar forma – por incentivo dos amigos e familiares que liam meus trabalhos e insistiam que eu devia levar a carreira a sério. Então, busquei saber como funcionava, me informei, tentei… e consegui!

 

√ ”O pássaro tem influência externa? Como músicas, filmes, teatros e outros.

Há algumas músicas que selecionei como “playlist oficial” do livro – algumas que me inspiraram durante o processo de escrita e outras que, hoje em dia, mesmo ele já estando pronto, acho muito “a cara” do livro e também adotei. A música “The moment”, do Kenny G, foi essencial para um momento crucial do livro… “I knew I loved you”, do Savage Garden, e “You’ll be in my heart”, do Phil Collins, ditavam o tom romântico. E, por aí, vai! Não tive, contudo, nenhum material que usei de referência, no momento de criar O Pássaro – que tivesse, por exemplo, dado a ideia da história ou de parte dela. Apenas músicas como inspiração, mesmo!

 

√ De onde vêm os seus personagens? São inspirados em pessoas reais ou em fatos?

São todos fictícios. Não me baseei em ninguém, até porque, se eu faço isso, acabo bloqueando meu processo criativo… o personagem, para mim, precisa ser totalmente isento de referências pessoais! O máximo que pode acontecer é eu observar o comportamento de alguém no meu dia-a-dia que seja semelhante ao personagem e entender como ele age, reage, pensa, se comporta… mas é só! 

 

√ Qual foi o verdadeiro motivo para você se tornar escritora?

 O amor por escrever. Simples e unicamente isso! Sempre tive em mente que não importava se eu conseguiria ou não publicar meus trabalhos, um dia… e também não importa se isso vai me deixar rica ou pobre, famosa ou anônima; eu nunca vou parar de escrever, pois é o que eu mais amo fazer! E ver a reação dos leitores, receber e-mails, cartas, comentários, saber que eu toquei o coração deles… isso, sim, não tem preço!

  

√ Qual de suas obras/personagens é seu favorito? Por que? O que ele significa para você?

Nossa, que pergunta difícil!!! Sei que é clichê dizer isso, mas “é o mesmo que perguntar a uma mãe qual é o seu filho favorito”! rs… Bem, vamos lá. Tenho um carinho muito especial por Caroline, por seu espírito nobre, ousado e corajoso… não havia melhor personagem minha para ser a primeira a desbravar o mercado literário e o coração dos leitores! Ainda em “O Pássaro”, gosto da cigana “Mãe Nuha”, que tem sempre uma palavra sábia ou um ensinamento a transmitir (gosto de personagens assim, em geral…). Já em “Quero ser Beth Levitt”, meu novo romance, tenho um carinho todo especial pela protagonista, Amelie. Ela é inocente, meiga e dona de um coração muito puro… um exemplo de que é possível buscarmos nossos sonhos sem “pisarmos” nos outros. Agora, quanto aos mocinhos… difícil escolher um favorito! Cada um tem o seu ponto forte, o seu diferencial… mas ainda me derreto, em especial, com a doçura e o jeito incondicionalmente apaixonado de Filip, em O Pássaro!

  

√ Como surgiu a história?

Desde adolescente, eu tinha grande admiração pela Idade Média. As aulas de História, no colegial, alimentaram esse fascínio, quando aprendi sobre os senhores feudais, os vassalos, os castelos… não conseguia deixar de imaginar como seria a vida de uma jovem, nessa época, vivendo conflitos como um amor proibido ou a busca de sonhos que a sociedade considerava incabíveis. Foi assim que Caroline nasceu, aos pouquinhos… quando me dei conta, já tinha algumas cenas prontas na imaginação e comecei a uni-las em uma trama. Não houve o exato momento em que nasceu O Pássaro ou em que decidi que iria escrever uma história de época. Ela simplesmente aconteceu!

 

√ Você utiliza algum material como referência para escrever, ou é pura e simplesmente inspiração momentânea?

Inspiração, a mente em paz e uma boa música de fundo – de preferência, instrumental. São os ingredientes necessários para que eu liberte minha imaginação e deixe a história se desenrolar! Às vezes, sou eu que a conduzo; outras, é a história quem me guia. Aos poucos, vejo para onde ela quer me levar e simplesmente me deixo levar, acompanhando seu ritmo. É absolutamente delicioso, e é justamente por este motivo que, quando começo a escrever, é tão difícil parar (e tão fácil adentrar a madrugada criando!).

por resenhasdecabeceiras

Pequena Abelha, de Chris Cleave – por Thaina Chamelet

Todas as vezes que me perguntavam qual era o livro que mais havia me marcado ou qual era o melhor que eu havia lido, sempre respondia, demorando um pouco para dar um ar intelectual de quem já leu muito e não sabe ao certo, que era sem dúvida “A menina que roubava livros”, sempre gostei muito dele, da forma como era narrado, dos personagens fortes e da trama sempre surpreendente e capaz de te fazer afogar em lágrimas e sentir que sua vida é fácil e doce perto do que poderia ser.

Isso mudou.

Mudou por muitos motivos, pudera, li tantos outros livros igualmente maravilhosos, cresci também, mudei junto dos meus gostos e adoro pensar em como este ou aquele livro marcaram e provocaram mudanças em mim e no meu mundo.

Hoje, porém, pensando em sobre qual livro gostaria de falar, pensei, poderia ser um dos que estou lendo agora… Poderia sim, estou lendo um livro fantástico, “O perfume”, mas como ainda não o terminei, resolvi apelar e me perguntei “Qual o meu livro preferido hoje?”

Veio-me a memória a seguinte passagem:

“Fomos para uma casa de veraneio na beira da praia e tomávamos rum e limonada, e conversávamos tanto que sequer notei qual era a cor do mar. Sempre que preciso lembrar de quanto amei Andrew um dia, basta pensar nisso. O fato de o oceano cobrir sete décimos da superfície da terra e ainda assim meu marido ter conseguido me fazer não notar tal coisa. Era a dimensão dele na minha vida. […] Mas meu Andrew morto¿ Ainda me parecia fisicamente impossível. Em determinado momento da minha vida, ele ocupara mais de sete décimos da superfície da Terra.” (Página 40 à 47)

Por esse trecho você poderia facilmente julgar, um romance bobo ou um drama chato, mas não! Juro que não é nada disso, seria complicado e uma perda de tempo tentar classificar esse livro em qualquer tipo clichê que enchem as prateleiras por ai, não é um água-com-açúcar, nem um livro de vampiros ou anjos, ou qualquer outro tipo de romance e drama gótico, de memórias ou naquele estilo diário. Ah! E também não é um livro infantil, como já me perguntaram por causa do título, longe disso. É o tipo de livro que se vale de pequenos detalhes cotidianos, fazendo que a memória das personagens, que, aliás, são muito bem trabalhadas, sejam quase que incorporadas á nossa própria maneira de ver o mundo.

Quando cheguei as ultimas folhas e vi que seria mesmo assim, fui tomando conta para não molhá-lo de minhas lágrimas curtindo cada palavra entrar em meu espírito como uma lufada benéfica de pura arte e sabedoria, lentamente, adiando a despedida.

Agradeço a esses autores iluminados por qualquer tipo de magia suprema e que trazem a luz, em recortes encadernados de papel, pedaços de alma.

Não vou dizer do que se trata, até porque existe meio que um acordo entre mim e o livro de que não estragarei a leitura dos outros: “Não queremos lhe contar o que acontece neste livro. É realmente uma história especial, e não queremos estragá-la. […] Depois de ler este livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como esta narrativa se desenrola.”

Posso fazer destas, as minhas palavras.

 

Pra quem se interessar:

Titulo: Pequena Abelha

Autor: Chris Cleave

Editora: Intrínseca

Ano: 2008

 

Meu email é naitha_pops@hotmail.com, qualquer dúvida, comentário, crítica ou sugestão (ou se só quiser conversar mesmo) será bem aceito e respondido com todo o prazer.

Boa Leitura!

por resenhasdecabeceiras

Texto do Dia/ Um Animado Olá

Olá, pessoal!!

Tudo bem?

Como a Maria Clara vai ficar um mês viajando, durante esse tempo quem vai tomar conta do blog sou eu!! Mas… Eu quem? Então vamos às apresentações!!

Meu nome é Tullia Maria Erseni, eu tenho 16 anos, curso o 3º ano do Ensino Médio e moro no interior da Bahia!! Adoro tudo que tem a ver com viagens e livros e, inclusive, colaboro com outros blogs literários (talvez você até já me conheçam pela blogosfera)!! As pessoas costumam dizer que eu sou muito sonhadora, mas eu acho que querer que as coisas melhorem faz parte!!

Espero sinceramente que possamos nos dar bem nesse mês e que vocês continuem visitando/ comentando nesse blog que a Clara criou com todo carinho!!

E, para não sair da programação, vamos ao “texto do dia”??

Hoje eu trago para vocês uma crônica que escrevi, um mês atrás, para um concurso da minha escola! Espero que gostem…

Grande beijo,

Tullia Maria

Um Sonho Compartilhado

Eram duas pessoas desconhecidas, com pensamentos e convicções completamente diferentes. Poderiam nunca ter ouvido falar um do outro, nem mesmo se esbarrado nessa arena de espetáculos que é a vida. Mas quis o destino que, naquela segunda-feira, Paula e Pedro tivessem um objetivo em comum.

Para muitos, aquilo não significava nada. Mas para os dois jovens, era a possibilidade de realizar um sonho. Desde pequena, Paula se dedicara à música. Estudara horas e horas para tentar chegar ao nível de excelência que, diziam os vizinhos, sua (falecida) mãe tinha. Já Pedro não precisara se esforçar tanto. Havia nascido com aquela maravilha chamada “dom”, com o qual poucos são agraciados. Mas não o havia desperdiçado!

Enquanto estavam na sala de espera, um não poderia imaginar o turbilhão de coisas que se passava na cabeça do outro. Pedro não sabia dos problemas que Paula enfrentava em casa. Nem imaginava que na noite anterior, assim como em todas as outras, ela tinha saído para procurar o irmão, bêbado em alguma espelunca do bairro. E que mesmo tendo tanto trabalho para cuidar dele (que parecia não valorizar sua dedicação), a moça não trocaria seu mano por nenhum outro. Quem poderia entender, afinal? O coração tem dessas coisas…

Paula também não conhecia os dilemas de Pedro. Não sabia da doença da mãe dele, nem do trabalho voluntário que o rapaz vinha fazendo no hospital desde que a matriarca da família fora internada. Muito menos que agora ele fazia jornada dupla no emprego para arcar com as despesas em saúde.

Mas a vida não é feita só de tristezas e, estavam os dois pensando nisso, quando foram chamados para as audições. Paula, a primeira dos dois, tocou o seu saxofone com a alma; Pedro, em seguida, se apresentou como nunca. Era uma pena que houvesse apenas uma vaga.

***

Infelizmente, havia outras pessoas que também queriam aquele posto. E nem o sonho de Pedro, nem o de Paula pôde ser realizado. Pelo menos daquela vez eles precisariam se conformar. Cabisbaixos e com a sensação de algo usurpado, os dois atravessaram a porta da rua para, nunca mais, terem seus caminhos cruzados.

por resenhasdecabeceiras

Como me apaixonei – Rosana Alves Oliveira

Olá, amigos e amigas, hoje é a estréia da minha coluna e eu pensei em VARIOS assuntos sobre o que eu poderia escrever, e como o Blog é um Blog sobre livros, leituras e afins, resolvi, contar como foi a minha experiência com os LIVROS.

Confesso que nunca gostei de ler, principalmente no colégio, quando a leitura é terrorismo, sim por que você é obrigado a ler, muitos, muitos e muitos livros para o vestibular, para as aulas de português, e eu ODEIO tudo o que seja OBRIGAÇÃO.

Até que entrou na minha vida, uma professora chamada Dóris, acho que eu tava na 8ª serie, que hoje corresponde ao 9ª ano, e a tal da Dóris, me deu um livro que eu simplesmente ADOREI e o primeiro livro que eu li, (por gosto, e não por obrigação) foi a “Droga da obediência” do escritor Pedro Bandeira, amei esse livro, e foi graças a ele e a minha professora Dóris, que eu aprendi a gostar de ler.

E daí não parei mais, leio de tudo, ficção, não ficção, auto-ajuda, romance (meus favoritos), livros de religião, espírita, católicos, clássicos, livros pra adolescentes, livros pra pais, livros infantis, enfim, leio até bula de remédio, rotulo de xampu e o que mais tiver a mão caso o meu fiel escudeiro não estiver por perto.

Hoje sou uma leitora compulsiva, e compradora compulsiva também, confesso que compro mais do que leio, mas por necessidade, por saber que eles estão La, e que são meus.  Há um tempo, li um livro das escritoras Jennifer Kaufman e Karen Mack, que se chama: “Ler, viver e amar, e a heroína do livro era assim como eu, uma compulsiva, que tinha livros por perto o tempo todo, na bolsa, no carro, em casa, no trabalho, sempre tinha um á mão, e encontrei uma explicação muito interessante sobre comprar tantos livros, que deixou,  reconfortada, diz assim:

“Eu coleciono livros da mesma forma que minhas amigas compram bolsas de grife. Ás vezes, só gosto de saber que os tenho e lê-los de fato não vem ao caso. Não que eu não termine lendo-os todos, um por um. Eu os leio. Mas o mero ato de comprá-los me deixa alegre – o mundo é mais promissor, mais satisfatório. É difícil explicar, mas eu me sinto,  de alguma forma, mais otimista. A totalidade do ato, simplesmente me faz feliz.”

E assim sou eu, uma louca leitora que faz dos livros o seu companheiro mais fiel, pois com ele, posso ir, ser, ver, conhecer e ter a realidade, o lugar o sonho que eu quiser, em apenas algumas paginas…

Espero que tenham gostado, ate terça que vem !!!!!!!

Bjokas !!!!!

Rô a Ninna (Colunista)

por resenhasdecabeceiras

#Conhecendo a autora: Renata Martins

 
Renata Martins estudou Letras na UFRJ.  Hoje casada e mãe de uma linda menina,concilia a maternidade com a vida profissional de uma escritora. Trabalhou com crianças e adolescentes, e hoje está começando uma nova jornada profissional.
ENTREVISTA

*Como você percebeu que seu destino era ser escritora?
Sempre gostei muito de escrever, e como era muito tímida escrever era a melhor forma de expressar meus sentimentos. Na verdade, escrevia por prazer, brincadeira até. Mas depois, o desejo de ter uma obra publicada e uma profissão que pudesse conciliar com meu papel de mãe, gritaram dentro de mim. Quando vi, já estava lançando meu primeiro livro, e isso foi muito importante e emocionante para mim.

*Quais seus passatempos que te levaram a querer contar histórias?
Na verdade, o meu maior, passatempo é escrever. É uma deliciosa mistura de trabalho e prazer. Além da leitura, pois quem lê bastante com certeza consegue escrever.

*De onde vêm os seus personagens? são inspirados em pessoas reais ou em fatos?
Meus personagens são sempre reais. Gosto de escrever sobre fatos baseados na minha vida ou de alguém. Muitas vezes passamos por situações muito complicadas na vida. Mas quando lemos, ou ouvimos alguma experiência parecida sentimos que não estamos sós, e que se outras pessoas passaram pela mesma situação e venceram, independente do que aconteça, também podemos conseguir.

*No início, que tipo de escritor/livro te influenciou? e agora?
Na verdade, espero que não soe pretencioso, (risos)… quando comecei a escrever não me baseei em ninguém. Apenas escrevia o que sentia. Não tenho a intenção de imitar ninguém, pois tudo o que escrevo vem do fundo do meu coração. Mas hoje começando a conhecer o mundo literário já gostava muito de Augusto Cury, mas passei a admirar demais a Lycia Barros. É claro que temos escritores nacionais maravilhosos, mas acredito que pelo meu estilo literário, e por falar sempre de Deus, eles sejam influencias muito positivas para mim.

*Qual de suas obras/personagens é seu favorito? Por que? o que ele significa para você?
Na verdade nunca tive um personagem, meu primeiro livro foi baseado na adolescência em geral, sentimentos que todos nós temos, que eu tive. Na verdade, os personagens do livro somos o leitor e eu, pois é como se conversássemos a respeito de cada assunto.

*De onde vem sua inspiração para escrever? Ela vem do nada?
Minha inspiração vem de Deus. É claro que preciso fazer a minha parte, estudar, pensar, refletir sobre cada tema que venha escrever. Mas é o Espírito Santo de Deus que me inspira a cada dia, que leva através dos meus livros, e das palavras colocadas em meu coração, um pouco do amor que ele sente por cada.
*O que um jovem que sonha em ser escritor,poderia fazer para seguir a carreira?
Primeiro de tudo é preciso estudar, ler bastante, estar atualizado de tudo o que acontece. A segunda e principal, ao meu ver, é: Se você tem um sonho, lute por ele, não importa quanto tempo você vai demorar até realiza-lo, mas nunca desista. Na vida vão aparecer muitas pessoas que dirão que não é capaz, que não cai conseguir. Alguns estarão sempre na plateia, não para torcerem por você, mas para verem a sua queda. Mas existem pessoas que lá na frente vão te olhar e falar, fique feliz por você, pois você sempre sonhou em escrever um livro, fico muito feliz que tenha conseguido (isso aconteceu comigo). Muitos se surpreenderão, e talvez até mesmo você se surpreenda quando chegar lá na frente. Mas nunca desista, os obstáculos não serão poucos, mas vá em frente… a vitória é certa. Acredite sempre que é capaz.

*Qual sua maior dificuldade ao escrever o seu primeiro livro?

Inicialmente, a dificuldade foi o dinheiro. Tive uma boa aceitação em todas as Editoras que procurei, e isso me intrigava por ser a primeira vez que escrevia profissionalmente. Eu pensei, o livro deve estar bom, já que recebi muitos contatos positivos. Mas os valores eram altos e eu não podia arcar com o que foi proposto na época. A partir dai comecei a me informar e fiz uma publicação independente.

Sucesso Renata Martins!

Maria Clara Arruda Marques (Editora-Chefe)

por resenhasdecabeceiras

#SORTEIO 2

Oiiie!

Mais um sorteio vindo!

Bom,o sorteio de hoje foi criado pelo Lucas Justino,do blog A Vila Dos Livros.Ele teve a ideia de criar os marcadores de páginas.Eu estava no facebook,e vi uma notificação que o Lucas (A Vila Dos Livros),havia postado uma foto de um marca-páginas,no qual havia uma imagem desfocada,e com  uma cor atrás.

 

 

 

 

 

Então,eu pedi e o Lucas fez com o meu nome, o endereço do blog,e o banner.E eu imprimi.E agora irei sortear 5 marcadores para 5  ganhadores.

5 MARCADORES = 5 GANHADORES

Você quer ganhar um marca-páginas do resenhas de cabeceiras?

1. O sorteio começa 09/09/2012  e vai até 29/09/2012. Os concorrentes deverão ficar ligados no blog
2. Curtir as páginas dos blogs envolvidos
• A vila dos livros (http://www.facebook.com/pages/BlogA-vila-dos-livros/223991277662014)
• Resenhas de cabeceiras (http://www.facebook.com/pages/Resenhas-de-Cabeceiras/267575906690583)
3. Em um comentário, responder por que motivo merece ou precisa do marca-páginas. As respostas mais originais ganharão mais pontos.
4. Seguir oblog:
• Resenhas de Cabeceiras

5.Você poderá criar um banner com estas regras,e a imagem do marca-páginas,para ganhar mais pontos na promo.Mande para resenhasdecabeceiras@gmail.com

6. Você pode ganhar mais pontos divulgando a promoção pelo facebook.

por resenhasdecabeceiras

Fazendo Meu Filme 1

 

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Hoje vim falar para vocês sobre a trilogia dos livros da Paula Pimenta.”Fazendo Meu Filme” já é um sucesso para adicionar ao currículo de Paula Pimenta.Porém vim falar,mais especificamente do primeiro livro da trilogia.Fazendo Meu Filme 1.

O livro fazendo meu filme 1 se trata da personagem;Fani & Sua Vida.O livro vem fazendo maior sucesso pelo Brasil inteiro.

A história narra,a vida de uma menina,chamada Fani,a mesma tem 16 anos.A garota tem uma paixão alucinadora por filmes e  Cinema.A adolescente,tem a “mania” de ver e rever todos,eu disse TODOS,sem execão de nenhum,os filmes que lancam no cinema.Além de ir,gosta de anotar todas as frases importantes dos tais filmes,acompanhado de uma avaliacaão criada por ela mesma.

Fani tem os melhores amigos do planeta;

Gabi – Uma menina fofa e meiga.Além da amizade dela ser difícil de conquistar.Porém a amiga mais fofis do mundo,.A conselheira,irmã,amiga e além do mais conselheira amorosos.

Natália – A menina mais linda do colégio.Adora dar uma olhadinha analisadora em todos os gatinhos do colégio.Distraída,que é uma beleza.

Léo – O cara mais lindo,fofo,dos sonhos e  perfeito que uma garota pode imaginar.Escreve o que eu vou falar,você nunca,eu disse NUNCA mais vai conseguir esquecer,as atitudes deste garoto.E além do mais é o melhor amigo,de Fani.Adora fazer CD’S,com créditos próprios.E tm o sonho de ser DJ algum dia.

Fani nunca consegue prestar atencão nas aulas de Biologia.Porque…bom acho melhor não contar porque.A senhorita(o),irá ter de ler para saber.

Fani,quer ser cineasta,porém sua mãe quer quwe ela seja advogada,e por isso,ela a colocou em um programa de intercâmbio.Fani faz a prova,e de repente ela esta de frente com uma uma oportunidade de ir para ”Deus sabe onde”,passar um ano,co0m uma família nova,um idioma novo e o pior AMIGOS NOVOS,o pior de tudo nem é isso,afinal é sempre bom conhecer novas pessoas.O pior é deixá-los aqui.

Mas será que Fani,deixára toda a sua vida aqui no Brasil e vá para ”Deus sabe onde”,ou será que ela irá dispensar essa grande oprtunidade,que nem uma tonta??

Mas isso já é outra historia e irei contar,somente depois do primeiro comentário feito abaixo,contando sua relacão com este livro,e sua experiência lendo ele.

Informacões Gerais:

Nome: Fazendo Meu Filme

Autora:Paula Pimenta

Editora:Gutenberg

Páginas:336

 

por resenhasdecabeceiras

Bienal

Me encantou.Tudo.Cada micro-pedaço daquele espaço encantador que acontece a cada 2 anos ia me encantando mais.A cada passo que eu dava eu pensava uma coisa diferente.

Eram tantos livros,e tantas pessoas com o mesmo propósito.A LEITURA.Fiquei MUITO emocionada ao ver aquelas pessoas interessadas naqueles pedaços de papel,que podem mudar uma vida,uma história,uma família.Um lugar.

Cada coisa.Cada estande.Cada lugar.Cada livro.Cada autor(a).Me dizia uma coisa diferente.Era como se eu tivesse entrado em outro mundo.Como seu eu estivesse no meu próprio mundo.Com todas aquelas coisas que eu mais amo.LIVROS.

Fiquei realmente muito feliz em saber que têm pessoas que realmente,que dedicam seu tempo á leitura.Porque hoje em dia o que mais se fala é como os livros são chatos,e como as têm pessoas burras,que perdem seus livros passeando seus olhos em LIVROS.Mas,geralmente pessoas que dizem isto só estão interessadas no que o mundo pode oferecer e não o que a cultura pode oferecer.

Palavras dão a mão a outras palavras.Autores sonham com estas palavras.E computadores e editoras são os meios de transporte destas palavras.E assim é criado um livro.

Att Resenhas de Cabeceiras

 

por resenhasdecabeceiras

22 Bienal de São Paulo

Pessoal,

Preparem-se,a 22 Bienal esta chegando !!

Todos estão muito ansiosos,inclusive EU !

Assim como os livros transformam o mundo,as pessoas,e as coisas, a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo vai transformar a cidade de São Paulo em Agosto e você também.

Você não irá perder né? A grande chance de encontrar a pessoa que te deixou presa(o),condenado(a),na aquele livro de 690 páginas (número,e situação fictícios).

Já viram a lista de livros que serão lançados na Bienal? Utilize a busca por autor, título, categoria e/ou editora disponível no nosso site. Navegue e descubra o que mais te agrada. Tem para todos os gostos! http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal/Lancamentos/

Informações Gerais:

Gênero: Exposição
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Cidade: São Paulo/SP
País: Brasil
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana
Cep: 02012-021

História:

A 1ª Bienal Internacional do Livro, bancada exclusivamente pela CBL, foi realizada entre 15 e 30 de agosto de 1970, no mesmo edifício da Bienal de Arte, essa primeira feira reuniu algumas centenas de editoras nacionais e estrangeiras e atraiu milhares de pessoas, adultos, jovens e crianças. Já na 2ª Bienal, em 1972, o total de visitantes chegou a 80 mil e o de expositores passou de 700.

A primeira Feira Popular do Livro montada pela CBL, em 1951, foi a da praça da República, no esforço de introduzir no país a tradição europeia das feiras de livros encontradas na França, na Alemanha e na Itália. Em 1961 foi promovida, em parceria com o Museu de Arte de São Paulo, a 1ª Bienal Internacional do Livro e das Artes Gráficas, que se repetiu em 1963 e 65.

 

Programação:

  • 10 de agosto
  1. Paula Pimenta | 14h às 15h30 | Auditório Lygia Fagundes Telles | “Apaixonada por Palavras”
  2. Edgar Vivar (Sr. Barriga) | 11h às 12h | Estande da Universo dos Livros (G70) | Lançamento da “Biografia oficial do Chaves”
  3. Karina Andrade | 19h | Estande da Novo Conceito (E64) | Bate-papo: “Leitura: você compartilha esta ideia?”
  • 11 de agosto
  1. Cecily von Ziegesar e Paula Pimenta | 11h | Espaço Jovem | Bate-papo “Crush: adolescer!”
  2. Encontro com Blogueiros da Intrínseca | 11h às 12h | Estande da Intrínseca (D6)
  3. Cecily von Ziegesar | Depois do Bate-papo, 300 senhas
  4. Iris Figueiredo | 15h | Estande da Vermelho Marinho (O65)
  5. Paula Pimenta | 14h às 15h30 | Auditório Lygia Fagundes Telles (N20) | Lançamento de “Apaixonada por Palavras”
  6. Lycia Barros | 15h | Estande da Novo Século (H70)
  7. Lançamento da Editora Seguinte | 16h | Auditório Lygia Fagundes Telles (N20)
  8. Edgar Vivar (Sr. Barriga) | 16h às 18h | Estande da Universo dos Livros (G70) | Lançamento da “Biografia oficial do Chaves”
  9. Corban Addison | 18h | Estande da Novo Conceito (E64)
  10. Babi Dewet | 19h | Estande da Saraiva (D40)
  • 12 de agosto
  1. Dia A Culpa é das Estrelas | 11h às 19h | Estande da Intrínseca (D6)
  2. André Vianco | 11h30 às 13h30 | Estande da Novo Século (H70)
  3. Leandro Radrak | 12h às 14h | Estande da Cuore (E99) | Lançamento de “Garras de Grifo”
  4. Iris Figueiredo | 15h | Estande da Vermelho Marinho (O65)
  5. Carina Rissi | 15h | Espaço Jovem | Bate-papo sobre “Amor em tempos de internet”
  6. Douglas MCT | 16h | Estande da Gutenberg (L78) | Lançamento de “Necrópolis”
  7. Ricardo Ragazzo | 16h30 | Estande da Novo Século (H70)
  8. Chico Anes | 16h às 17h | Estande da Novo Conceito (E64)
  9. Graciela Mayrink | 19h às 20h | Estande da Delicatta (R78)
  • 13 de agosto
  • 14 de agosto
  1. Federico Devito e Gutti Mendonça | 14h às 15h | Estande da Novo Conceito (E64) | Bate-papo e autógrafos
  2. Pauline Alphen | 15h | Espaço Jovem | Mesa “Adolescência roubada: as mudanças do mundo, mudanças na vida das pessoas”
  3. Pauline Alphen | 16h | Estande da Cia. das Letras (J40)
  4. Iris Figueiredo | 18h | Espaço Jovem | Bate-papo sobre blogs
  • 15 de agosto
  1. Bento de Luca | 13h30 às 14h30 | Estande da Novo Século (H70)
  2. Evento Estilhaça-me | 15h | Estande da Novo Conceito (E64) | Mediação: Gabriel Moterani
  3. Flavia Simonelli | 16h30 às 17h30 | Estande da Novo Século (H70) | “Ausência”
  • 16 de agosto
  1. Lançamento de Starters | 16h | Estande da Novo Conceito (E64) | Org.: Karina Andrade
  • 17 de agosto
  1. Tammy Luciano e Fernanda Saads | 15h | Estande da Novo Conceito (E64) | Bate-papo: “Mulheres na Literatura”
  2. Tammy Luciano | 19h | Estande da Novo Conceito (E64)
  • 18 de agosto
  1. Christine M. | 10h | Estande da Saraiva (D40)
  2. Gustavo Reiz | 11h às 13h | Estande da Rocco (I70)
  3. Tammy Luciano, Fernanda Saads, Chico Anes | 14h | Estande da Novo Conceito (E64) | Bate-papo: “O mercado editorial e os jovens leitores”
  4. Clarissa Corrêa | 14h | Estande da Gutenberg (L78) | “Para todos os amores errados”
  5. Vivianne Fair | 15h | Estande Caverna do Dragão (O52)
  6. Carina Rissi | 15h às 16h | Estande da Baraúna (M50) | “Perdida”
  7. Patricia Barboza | 15 às 17h | Estande da Record (F60)
  8. Enderson Rafael | 16h | Estande da Gutenberg (L78) | “Três céus”
  9. Leila Rego | 16h | Estande da Gutenberg (L78) | “Amigas (im)perfeitas”
  10. Lucinda Riley | 17h | Estande da Novo Conceito (E64)
  11. Luiza Trigo | 18h | Estande da Rocco (I70) | “Carnaval”
  12. Giulia Moon | 18h | Estande da Giz Editorial (M79) | “Kaori e o Samurai sem Braço”
  13. Vinicius Campos | 18h | Rede MIS | Mesa “Redes sociais e literatura”
  14. Vinicius Campos | 19h | Estande da Cia. das Letras (J40)
  • 19 de agosto
  1. Fernanda Saads | 15h | Estande da Novo Conceito (E64)
  2. Encontro de Fãs do Rick Riordan | 15h | Auditória Lygia Fagundes Telles (N20) (senha às 10h na Intrínseca D6)
  3. Walter Tierno | 16h | Estande da Giz Editorial (M79) | “Cira e o Velho”
  4. Chico Anes, Fernanda Saads, Tammy Luciano | 16h30 | Estande da Novo Conceito (E64) | Bate-papo: “É possível viver de literatura no Brasil?” Mediação: Karina Andrade
  5. Luiza Trigo | 18h | Estande da Rocco (I70)
  6. Eduardo Spohr e Fábio Yabu | 18h | Auditório Lygia Fagundes Telles (N20)
  • Sem data divulgada
  1. Alyson Nöel | Leya (H80)
  2. Carolina Munhóz | Leya (H80)
  3. Drica Pinotti | Rocco (I70)
  4. Raphael Draccon | Leya (H80)

                                               Indo de Metrô:

   

lhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 | Santana – São Paulo/SP
CEP: 02012-021

 

Transporte Gratuito | Deixe seu carro em casa, vá de metrô!

Estação Portuguesa-Tietê

Disponibilizamos ônibus circulares ida e volta ao Anhembi na saída da estação-Shopping do Terminal Rodoviário/Metrô Portuguesa/Tietê (Linha 1 – Azul).
Os embarques serão diários de 09 a 19 de agosto e terão início 1 hora antes da abertura até 1 hora após o fechamento da feira.

Horário de funcionamento

de 09 a 18 de agosto das 9h às 23h | dia 19 de agosto das 9h às 21h
Embarque/Desembarque – Rua Marechal Odylio Dennys, oposto ao nº 70

Terminal de Ônibus Barra Funda

Disponibilizamos ônibus circulares ida e volta ao Anhembi na saída da estação-Terminal Palmeiras/Barra-Funda (Linha 3 – Vermelha).
Ônibus circulares ida e volta ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, gratuito nas duas estações durante todo o período da feira

Horário de funcionamento

dias 09 a 18 de agosto das 9h às 23h | dia 19 de agosto das 9h às 21h
Embarque/Desembarque – Rua Wilfrides Alves de Lima, travessa da Rua Auro de Moura Andrade

 


Transporte Público

Veja as linhas de ônibus que você pode utilizar para chegar até o Parque Anhembi.

 

Rua Santa Eulália / Rua Paineira do Campo / Praça Campos Bagatelle

106A/10 Metrô Santana – Itaim Bibi
107P/10 Mandaqui – Pinheiros
175T/10 Metrô Santana – Metrô Jabaquara
178A/10 Metrô Santana – Lapa
278A/10 Penha – CEASA
701U/10 Jaçana – Butantã/USP
1177/10 Term. A.E. Carvalho – Estação da Luz

Av. Olavo Fontoura

278A/10 Penha – CEASA
9717/10 Jd. Almanara – Santana


Estacionamento alternativo próximo ao
Terminal Rodoviário/Metrô Portuguesa/Tietê

Nome : Car Park
Rua Voluntários da Pátria 655

 

Nome : In Out Park
Rua Voluntários da Pátria 663 A

 

Nome : Big Park
Rua Voluntários da Pátria 499

 

Nome : Blue & Red
Av. Cruzeiro do Sul 1.819

 

Estacionamento alternativo próximo da
estação-Terminal Palmeiras/Barra-Funda

Nome : Unipare
Av. Francisco Matarazzo 1.350

 

Nome : União Park
Rua Tagipurú 917

 

Nome : Globo Park
Rua Tagipurú 795


Aeroporto de Congonhas

De táxi especial – aproximadamente R$ 70,00* até o Parque Anhembi.
De táxi comum – aproximadamente R$ 55,00* até o Parque Anhembi.

* Os preços acima estão sujeito a alteração e não são de responsabilidade da Reed Exhibitions Alcantara Machado.


Aeroporto de Cumbica – Guarulhos

De táxi especial – aproximadamente R$ 95,00* até o Parque Anhembi.
De táxi comum – aproximadamente R$ 90,00* até o Parque Anhembi.

* Os preços acima estão sujeito a alteração e não são de responsabilidade da Reed Exhibitions Alcantara Machado

 Fontes: 

http://www.muitopoucocritica.com/

http://www.bienaldolivrosp.com.br/

http://suicidiovirtual.net/

http://www.ingressorapido.com.br/

por resenhasdecabeceiras

Os livros que devoraram meu pai.

Imagem    Imagem

Título: Os Livros que Devoraram meu Pai

Autor: Afonso Cruz

Editora: Leya

Páginas: 111

Status: Já li

Nota: 7

Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz, foi  merecidamente a obra vencedora da modalidade juvenil do prémio Maria Rosa Colaço, atribuído pela Câmara Municipal de Almada em 2009. Com linguagem simples, o livro surpreende por descrições e emocões ao longo desta deliciosa leitura.

Livro fino,até demais,porém com uma mensagem profunda.Li este livro de uma garfada só,porque afinal minha mãe diz que devoro os livros,e com este não foi diferente.Muitos dizem “Não vou deitar,porque senão eu durmo”,e comigo é assim “Não vou sentar,porque senão eu acabo com o livro” ou “Não vou sentar,porque senão eu leio…”.Foi só sentar na poltrona da varanda,com aquele sol das cinco batendo nas queridas plantinhas da mamãe e BUM já tinha lido todo o livro…

O livro fino tem muita historia.Vivaldo Bonfim,é um escrituário,entediado com o trabalho,leva seus livros para a reparticão financeira,onde não pode ser visto com os tais livros.Um certo dia,quando esta lendo clássicos da leitura,e ao mesmo tempo fingindo trabalhar,de um certo modo que ninguém sabe ao certo,Vivaldo Bonfim se perde em meio de tanta virgula,ponto e letrinhas,do maravilhoso livro  “A Ilha do Dr. Moreau”.Elias Bonfim, parte em busca do pai pelos pequenos,grandes e médios livros da literatura na casa da sua avó mais concretamente no sótão, onde o pai deixou todos os seus livros para o garoto.

Com a ajuda de personagens de livros clássicos o menino vai atrás dessa grande pista.O garoto conta com a ajuda de Sofia Semionovna mulher de Ródia (Raskolnikov),Dostoievsky e muitos outros nomes importantes.

Além do livro ser curto,você fica com a sensacão de quero mais.Um livro fantástico,onde por meio de 111 páginas,você pode conhecer muitos clássicos desta maravilhosa literatura mundial,estrangeira e nacional.As 111 páginas deste livro são muito bem divididas.

por resenhasdecabeceiras

A vida na porta da geladeira

Título: “A vida na porta da geladeira”

Autor(a): Alice Kuipers

Editora: wmfmartinsfontes
 
Número de páginas: 226

                                                      

“Originalmente Maravilhoso.O livro encanta e desencanta á muitos…Uma boa pedida para uma fria tarde de inverno de baixo do cobertor,e ao lado,é claro uma caixinha de lencos de papel,pipoca e chocolate quente…”

Com uma linguagem fácil e contemporânea de entender,o livro conta a historia de uma mãe obstetra e sua filha uma adolescente confusa,que não sabe o que fazer da vida,narra tambem o distanciamento de mãe e filha,que além de morarem juntas,quase nunca se vem.Raramente se encontram para uma caminhada e brócolis (você vai entender quando ler o livro),ou até mesmo uma conversa absorvente,sobre assuntos femininos.Porém ao desdobramento desta historia ocorre uma BOMBA,a mãe sofre de um CANCER na mama e assim vida delas muda bastante,a partir da hora que a mãe tem que lutar contra ele.Além de ter 226 páginas,nenhuma delas é completa.A cada pagina existe uma pequenina frase ou ate mesmo dizendo melhor,um recadinho de mãe para filha,ou filha para a mãe. Não se diz ao certo no livro o que acontece além dos pequenos recados,talvez para deixar a imaginacao em relacão ao ocorrido fluir.Porém de um jeito estranho e mágico o leitor sabe exatamente o que esta ocorrendo além dos simples recados.

Mãe é igual a ar,não sabemos viver sem.Hoje em dia muitas mães brasileiras saeem de suas casas bem cedo,e seus filhos ainda dormem,e quando chega de noite,os pequeninos ja estão adormecidos.E assim os pais se sentem muito culpados,por não acompanhar direito a vida de seus filhos florescer.E ACHAM que comprando tudo o que eles querem,poderão compensar o tempo perdido.Neste livro não é muito diferente.A mãe sai e elas não se veem a mãe volta elas não se veem…A vida pode ser muito curta para apenas pequenos papeis amarelos deixados na geladeira.

E você acha que toda a vida pode ser escrita em papeizinhos deixados na geladeira?                                E você viveria a base de bilhetinhos?

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por resenhasdecabeceiras

1 post

 

 

Bem vindos leitores ao meu blog de resenhas ! Este é o meu 1 post e por isso nao irá conter muita coisa…Porém mais para frente vocês poderão conferir um blog repleto de historias para contar. Sua opnião é muito importante para mim !

Qualquer contato: resenhasdecabeceiras@gmail.com

Boa Leitura !

 

por resenhasdecabeceiras